Papa Maizena com Canela e Mel

Trago-vos um lanche guloso e cremoso, isento de glutén, lactose e colesterol, adoçado com mel! Este creme de amido de milho não é mais do que uma papa maisena adaptada e feita à medida, para não haver excessos!

Ingredientes:

  • 20g de Amido de milho (maizena)
  • 200ml de leite de soja light 
  • 5g de mel (1 c. de chá) 
  • 1 pitada de canela

Juntar o leite com o amido de milho e bater com a varinha mágica. Levar a lume médio mexendo sempre durante 6 minutos! A meio da cozedura, a mistura começa e engrossar e a formar grumos, que vão desaparecer se mexermos energéticamente! Deitar numa taça, regar com uma colher de chá de mel e polvilhar com canela. O aspecto final é aquele que vêm nas fotografias!

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Para uma descrição nutricional mais pormonorizada, podem visitar a mesma receita, no diário da dieta em www.martasimoes.net .

Bom apetite e boas dietas!

Sopa de Grelos de Nabo e Feijão…uma Refeição!

Chegou a chuva e o frio vai rompendo devagarinho! Já apetece uma sopinha daquelas a sério, e hoje trago-vos uma sopa que só por si vale uma refeição! Inspirada nas sopas de entulho da minha Avó Benilde, deixo-vos a receita, sem segredos!

Ingredientes

Para a base:

  • 1 Fatia de abóbora grande – 270g
  • 250g de feijão manteiga (já cozido)
  • 2 cebolas médias – 200g
  • 1 courgette média – 200g
  • 1 cenoura grande – 100g
  • 20g de coentros
  • 20g de azeite
  • 1,5l de água
  • 5g de sal

Para o “recheio”

  • 1 molho de grelos de nabo – 250g
  • 150g de feijão manteiga
  • 60g de arroz
  • 2 folhas de louro

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Levar ao lume todos os ingredientes da base e deixar cozer tudo muito bem. Não há um tempo exacto de cozedura, mas quando a cenoura e a cebola estiverem bem cozidas, podem retirar do lume e bater com a varinha mágica. Aqui, o segredo que já não é segredo, para obter uma sopa agradável: bater bem até ficar bem cremosa e sem pedaços maiores.

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Voltar novamente ao lume e adicionar as grelos de nabo bem lavados e cortados, o feijão restante e as 2 folhas de louro. Deixar ferver até que o arroz esteja cozido e retirar do lume. Retirar as folhas de louro.

O louro, personagem de passagem pelo cenário, será a estrela desta sopa, pois combina na perfeição com os restantes ingredientes e deixará um aroma e um perfume que tornaram este prato diferente!

Para uma descrição calórica pormenorizada desta sopinha podem dar um saltinho a martasimoes.net!

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Bom apetite!!!

 

Caril de Quinoa com Legumes e Maçã

Esta receita é indicada para todos, incluindo os vegans e os vegetarianos. Temos a nossa perfeita quinoa, legumes, maçã e caril.  Cheira a marrocos e sabe ainda mais! Nada como experimentar!

E precisamos de…

  • 1 copo de quinoa
  • 2 copos de água
  • 1 courgette pequena
  • 1 fatia fina de abóbora
  • 1 maçã
  • Azeitonas pretas q.b.
  • Azeite q.b.
  • Coentros q.b.
  • Caril q.b.
  • Sal q.b.

Lavar bem a quinoa. Levar os 2 copos de água ao lume e deixar levantar fervura. Juntar a quinoa, um pouco de sal e deixar cozer em lume brando. Está pronta quando absorver toda a água. Cortar a maçã e os legumes aos cubinhos e levar ao lume com um fio de azeite. Deixar amolecer e alourar um pouco.

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Entretanto, juntar a quinoa já cozida e bem escorrida aos legumes, ainda ao lume, mexendo para misturar bem. Ajustar o sal e juntar o caril em pó. Eu adicionei mais ou menos uma colher de sopa rasa. Misturar muito bem tudo, e juntar as azeitonas pretas e os coentros picados. Voltar a mexer e retirar do lume.

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Esta receita, por ser baixa em calorias, também está no meu site de nutrição martasimoes.net em O Diário da Dieta! Não deixem de espreitar o site e ver outras sugestões, e por lá com direito a descrição calórica!

Bom apetite!

Puré de Batatas, Limão & Manjericão

Como acompanhamento este puré é delicioso! Um verdadeiro acompanhante de luxo! O travo a citrinos e cheirinho a manjericão dá-lhe um aroma nada enjoativo e acaba por não chocar com qualquer que seja o tipo de alimento, peixe ou carne, que esteja a acompanhar! Fácil, barato e artesanal, aqui vos deixo a receita…

Ingredientes (para 2 pessoas)

  • 3 batatas médias
  • 1 batata doce
  • 100 ml (meio copo) de leite de arroz (ou outro leite vegetal)
  • 1 colher de sobremesa de margarina vegetal
  • 1 limão
  • 6 folhas de manjericão fresco picadas na hora
  • sal q.b.

Cozer muito bem as batatas, escorrer a água e esmaga-las muito bem com um garfo. Quando já estiverem reduzidas a puré, levar de novo ao lume com o leite de arroz e misturar bem. Seguidamente juntar o sumo de limão e a margarina vegetal. Deixar ao lume cerca de 10 minutos, até que fique bem ligado e uniforme. Ajustar o sal. Retirar do lume e juntar as folhas de manjericão picadas.

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Depois digam-me o que acharam! 🙂

Bom apetite!

Creme de feijão com coentros

O mito de que as sopas não podem ter feijão porque engorda tem que acabar! Esta sopa, cremosa e saborosa, está cheia de vitaminas e minerais, sacia e serve como um bom inicio de refeição! A sopa é fundamental e não pode faltar na ementa diária, para quem quer fazer uma alimentação saudável.

Quanto às calorias, que tanta preocupação causam a quem quer emagrecer, são poucas! Um prato, com mais ou menos 2 conchas e meia, 250g, tem 95 Kcal!

Ingredientes:

  • 1 molho de coentros (50g – 11 kcal)
  • 1 courgette grande (400g – 68 kcal)
  • 1 tomate chucha (90g – 17,1 kcal)
  • 100g de cebola (17 kcal)
  • 260g de feijão manteiga escorrido (223,6 kcal)
  • 2 cenouras grandes (250g – 47,5 kcal)
  • Azeite (40g – 360 kcal)
  • Sal (5g – 0 kcal)
  • 1,250 L de Água (1250g – 0 kcal)

Levar todos os ingredientes ao lume e deixar que cozam muito bem. Bater a sopa com a varinha mágica até ficar um creme bem aveludado, sem grumos! Podem polvilhar com uns coentros frescos por cima!

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BOM APETITE!

As minhas Sopas de Poejos

A minha sopa de poejos é super! Comida alentejana, barata, saudável e saborosa! Esta é feita com ovos escalfados, não tem carne nem outras gorduras a não ser o azeite. Façam e vão ver que vale a pena!

Vamos precisar de…

  • 1 Molho de poejos
  • 2 cebolas
  • 4 batatas
  • 6 dentes de alho
  • Azeite q.b.
  • 2 folhas de louro
  • 1 raminho de coentros
  • Pão alentejano “de ontem”
  • 2 Tomates frescos
  • 4 Ovos

Arranjar o molho de poejos aproveitando apenas as folhas. Fazer um refogado com a cebola e o azeite. Quando estiver loura, juntam-se as batatas fatiadas finamente, os poejos bem lavados e o louro. Guardam-se alguns poejos para depois… entretanto, junta-se água até cobrir as batatas e deixa-se cozer.

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À parte, pela-se e corta-se o tomate e passa-se pela frigideira com um pouco de azeite até ficar bem salteado. Num pilão esmagam-se os alhos, previamente cortados em pedaços mais pequenos, com os restantes poejos.

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Quando as nossas sopas já tiverem a batata bem cozida e emanarem um cheiro a poejos pela casa toda, junta-se o tomate salteado, os alhos esmagados com os poejos e também os coentros picadinhos. Mexer com cuidado para não desfazer as batatas. De seguida juntar os ovos um a um, cuidadosamente e bem separados, para escalfarem. Esperar cerca de 10 minutos e desligar o lume.

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Numa taça, colocar fatias de pão duro, muito finas. Não é necessário colocar muitas. Para começar, umas 6 fatias, e se necessário, acrescentar mais depois, isto para que não absorvam o caldo todo.  Também podem colocar as fatias no prato e juntar as sopas por cima, se preferirem.

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Servir as sopas com o pão e o ovinho por cima, em prato fundo.

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Eu adoro…agora digam-me lá vocês!

Bom apetite!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fanecas Fritas com Migas de Broa

Acima do Rio Tejo, no distrito de Leiria, precisamente na Nazaré, o peixe é de excelência, os legumes e frutas são divinos e a broa de milho é típica e deliciosa!

A faneca talvez seja o meu peixe favorito, que também era o favorito do meu avô Vitó. A avó frita-as como ninguém! Comi pela primeira vez na Nazaré e raramente vejo este peixe na culinária de outras zonas do país. É um peixe magro, que só tem 79Kcal por cada 100g …o problema das fanecas é que só sabem bem fritas!

Cuidado! As fanecas são um peixe sensivel e facilmente perecivel. Quando comprarem certifiquem-se de as guelras estão vermelhas, os olhos apresentam-se translucidos e o corpo está rijo, com uma coloração ligeiramente mais escura no “dorso”.

Quanto às migas, são bem diferentes das migas que se comem no alentejo… são boas e mais ricas do ponto de vista nutricional…recomendam-se!

Esclarecimentos à parte, apresento-vos as minhas fanecas fritas com migas de broa.

Precisamos de…

  • fanecas frescas
  • farinha q.b.
  • 1 molho de grelos (…ou nabiças ou couve de cortar)
  • 1 lata pequena de feijão frade
  • 1/2 broa de milho
  • 6 dentes de alho
  • azeite q.b.
  • pimenta preta de moinho q.b.
  • sal q.b.

Levar um tacho de água ao lume até levantar fervura e colocar prontamente o molho de grelos (sem os talos), deixando-os a cozer durante cerca de 10 minutos. Escorrer a água e cortar os grelos finamente.

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Picar a broa no 1,2,3 (a melhor opção) ou desmiolar à mão e escorrer o feijão frade, passando-o por água.

 

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Numa frigideira, deitar o azeite e os alhos muito bem picados ou esmagados, refogar ligeiramente sem deixar queimar. Bastam cerca de 2 minutos. De seguida juntar o feijão frade, os grelos e a broa, envolvendo tudo.

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Envolver bem a mistura, polvilhar com pimenta de moinho e ajustar o sal. Fazer um rolo com a mistura e deixar tostar dando-lhe voltas com cuidado para que não se desmanche.

Entretanto, fritemos as fanecas! Azeite, uma frigideira, fanecas e farinha!

Passar bem as ditas pela farinha e levar a fritar no azeite bem quente.

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Mais simples não há! Aqui fica um prato diferente, tipicamente português!

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Saudades tuas avô… e das nossas grandes conversas à mesa… <3

 

 

Sopa de Lentilhas Vermelhas… uma Canja Vegetal!

As lentilhas vermelhas são leguminosas, de cor mais alaranjada do que vermelha. Esta variedade de lentilhas coze mais rapidamente do que as verdes e são igualmente ricas em nutrientes e proteínas, trazendo benefícios para a saúde, como podem ver no meu artigo Lentilhas Vermelhas em www.martasimoes.net.

O meu amigo Fernando Colaço, nas suas “veganices”, ensinou-me a fazer uma sopa de lentilhas vermelhas, que confiram vocês mesmos, fica com um sabor e até uma cor bem parecida com a de uma canja! Chamo-lhe canja vegetariana! As lentilhas, cuja cor é alaranjada, ao serem cozidas, perdem o tom, ficando com uma cor bege e desfazem-se, pelo que, por vezes, até se pode dispensar o uso da varinha mágica.

Fiz várias vezes esta sopa, até chegar à que eu julgo ser perfeita, quer em consistência, quer em sabor. É uma receita fácil, rápida e barata!

Deixo-vos a receita…

  • 250g de lentilhas vermelhas
  • 1 cebola grande
  • 30g de azeite
  • 2 Litros de água
  • 1 punhado de arroz (cerca de 40g)
  • Sal q.b.
  • 8 a 10 Folhas de hortelã

 

Num tacho, colocar as lentilhas, a cebola cortada, o azeite e o sal. Juntar os 2l de água e levar a ferver durante cerca de 25 minutos.

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Quando as lentilhas estiverem desfeitas, passar com a varinha mágica, apenas para ficar um creme mais aveludado.

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Juntar o arroz e deixar ao lume até que coza. Por fim, retirar do lume, juntar folhas de hortelã picadas e rectificar o sal, se necessário.

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Uma vez que estamos a juntar uma leguminosa (lentilha) com um cereal (arroz) estamos a fazer uma receita, que apesar da sua origem 100% vegetal, se torna numa proteína completa e super saudável!

Bom apetite!

 

 

 

 

Perdiz, caça e as minhas empadas!

A perdiz, conhecida como perdiz-vermelha ou perdiz-comum, cujo nome cientifico é Alectoris rufa, é uma ave cinegética da família Phasianidae (faisões), da ordem Galliformes, ou galináceos. É uma ave gregária que vive em grupos.

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É uma espécie muito caçada, principalmente na Península Ibérica e é muito comum e bem distribuída no Alentejo. A perdiz é muito cobiçada por caçadores, e frequentemente objecto de programas de gestão cinegética. Na parte norte da região Alentejana pode ser vista com facilidade nas zonas de Alpalhão, na barragem da Póvoa e na serra de São Mamede e por vezes em Marvão. No Baixo Alentejo é particularmente comum nas zonas de Castro Verde e Mértola.

Aliás, nas estradas que circundam Mértola é bem provável que se atravesse um bando delas à frente do seu carro! Não é em vão que Mértola é a Capital Nacional da Caça.

E por isso, as minhas empadas de perdiz nasceram em Mértola, porque há muitas perdizes, porque o sabor condiz com as cores da paisagem, porque estas minhas empadas cheiram a caça e ao sabor desta terra…

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Se passarem por Mértola não deixem de visitar ou pernoitar no confortável Hotel Museu!

 

 

 

Bolo de Abacaxi e Chantilly

Hoje a Gourmarta inventa um bolo para uma amiga que faz anos… que de princesa que é, merece uma “gourmartice” assim… cheia de “requintice”! É um bolo assim como a minha amiga Laura… Doce e bonito/a, chique e fresco/a!

Parabéns conchita guapita!!! 😀

Sai então um pão de ló, com chantilly e abacaxi, salpicado com suspiros desfeitos e folhas de menta!

Ingredientes:

  • Pão de Ló
  • 7 ovos
  • 250g de açúcar
  • 150g de farinha de trigo
  • 2 c. de chá de fermento
  • 20g de óleo
  • sal fino q.b.

 Recheio:

  • ½ lata de leite condensado
  • 300g de abacaxi
  • Suspiros q.b.

 Calda:

  • Sumo de abacaxi q.b. (+/- 1 200ml)

Cobertura:

  • 400ml de natas para bater
  • 3 c. sopa de açúcar em pó
  • 1 c. sopa de açúcar baunilhado
  • Suspiros q.b.
  • Folhas de menta q.b.

Para começar, juntar as gemas com o açúcar e bater muito bem até ficar um creme esbranquiçado, seguidamente, juntar a farinha,  o fermento e o óleo. À parte, bater as claras em castelo com uma pitada de sal. Quando estiverem bem firmes, juntar as claras à massa com a ajuda de uma colher de pau até envolver tudo muito bem. Untar uma forma redonda sem buraco e levar a cozer no forno, pré-aquecido a 160ºC, durante +/- 40 minutos.

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Entretanto, arranja-se o abacaxi e corta-se aos pedaços. Com uma varinha mágica reduz-se a puré. Depois vem a prova de paciência! Com um coador de rede muito fina, separa-se ao máximo a polpa do sumo do abacaxi, e reservam-se os dois.

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Bate-se muito bem as natas (quanto mais frescas, melhor!) com uma colher de açúcar baunilhado. Quando estiverem a ficar mais firmes, juntar as restantes três colheres de açúcar em pó e continuar bater até que o chantilly fique o mais denso possível. Colocar no frigorífico.

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Entretanto, partir o bolo ao meio, com cuidado para não deitar tudo a perder! Regar as duas metades com o sumo do abacaxi. À polpa do abacaxi bem escorrida juntar a meia lata de leite condensado e 2 ou 3 suspiros pequenos esmagados grosseiramente. Misturar bem e rechear o bolo.

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Por fim, cobrir o bolo com o chantilly, suspiros esmagados e folhas de menta! A decoração, essa, fica na vossa imaginação! Como não gosto de coisas certinhas e simétricas, com ar de plástico e plasticina, a minha levou-me a isto… um verdadeiro bolo de princesa, imperfeitamente perfeito!

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Brownie de Alfarroba

O Brownie, é um bolo típico dos Estados Unidos da América, que nasceu nos finais do século XIX. Normalmente é feito de chocolate, com uma textura densa e sabor concentrado, come-se simples, quente ou frio, ou até acompanhado de gelado. Mas como nós em Portugal temos alfarroba de excelência, o substituto mais fiel do cacau, decidi experimentar o Brownie de Alfarroba! E digo-vos…acho que nasceu para ficar!

Ingredientes:

  • 100g de farinha
  • 200g de açucar amarelo
  • 280g de margarina amolecida
  • 100g de queijo quark
  • 2 ovos
  • 90g de farinha de alfarroba
  • 1 c. de chá de essencia de baunilha
  • Pepitas de chocolate negro

Amolecer a margarina. Juntar o açúcar e os ovos e bater muito bem com a batedeira. Juntar a farinha aos poucos e continuar a bater. Adicionar as 100g de queijo quark e a essência de baunilha. Por fim, envolver a farinha de alfarroba com uma colher de pau primeiramente, e depois com a batedeira acabar de misturar.

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Picar chocolate negro (eu utilizei 50 g de chocolate para culinária pantagruel). Forrar um tabuleiro com papel vegetal e deitar a mistura, que fica bastante densa, polvilhando com as pepitas de chocolate por cima. Levar ao forno pré-aquecido a 160ºC, durante cerca de 25 a 30 minutos. Assim que espetar o palito e este vier seco, retirar do forno para não secar mais.

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Cortar em quadrados iguais, polvilhar com farinha de alfarroba com a ajuda de um passador… e cá está ele, meio húmido, muito denso e altamente soberbo! Quem provou aprovou!

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Pastéis de Sojalhau!

Para os vegans ou vegetarianos, para os omnívoros saudáveis ou não saudáveis, trago-vos hoje uma receita de pastéis de soja, uma imitação dos pastéis de bacalhau, mas sem um único ingrediente de origem animal, o que faz destes uns belos pastéis vegans/ vegetarianos, sem um pingo de colesterol!

Os pastéis de SOJALHAU foram gentilmente e sabiamente baptizados pelo meu amigo Pardelhão, que se tornou vegan e me apresentou este mundo há cerca de 2 anos atrás. Eu já conhecia a filosofia, mas provar, cozinhar e experimentar de forma intensiva foi mesmo com o meu amigalhão…e gostei! Não me tornei vegan ou vegetariana mas vários pratos fazem parte da minha alimentação com frequência!

Para aprenderem mais sobre estas duas filosofias, visitem o meu mais recente artigo na minha página de dietética e nutrição em martasimoes.net .

Vamos lá então ao pastéis de sojalhau, que são feitos no forno. A consistência dada com a ajuda da batata e da linhaça fica óptima mas infelizmente desfazem-se quando são colocados em óleo quente…e ainda bem porque no forno ficam ainda mais saudáveis e evitamos o consumo de fritos, reduzindo assim as calorias! Vejam só a minha desgraça que afinal se tornou graça…

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Vamos lá então aos ingredientes:

  • 200g de soja fina
  • Água q.b.
  • 300g de batatas
  • 1 cebola
  • 2 c. sopa de linhaça moída
  • 1 ramo de salsa
  • sal q.b. 
  • Azeite q.b.
  • Pimenta preta q.b.

Colocar a soja fina submersa em água e esperar cerca de 1 hora para que hidrate e amoleça. Depois, escorrer e espremer a água em excesso e colocar a soja numa taça.

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Cozer as batatas e após a cozedura, esmaga-las bem com um garfo. Entretanto, picar muito bem uma cebola grande e colocar a refogar em azeite.

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Misturar bem a soja com a batata esmagada e juntar 2 colheres de sopa de linhaça moída. Eu juntei linhaça amarela.

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Juntar esta massa ao refogado e em lume brando, envolver bem. Cozinhar durante cerca de 20 minutos, juntando um ramo de salsa bem picadinha, pimenta preta de moinho e sal.

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Com a ajuda de duas colheres de sopa (passadas por azeite), fazer os pasteis com a forma semelhante aos pasteis de bacalhau e levar ao forno a 200ºC durante mais ou menos 30 minutos.

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Convém voltar os pasteis de vez em quando para que fiquem tostados de forma uniforme. Quando estiverem tostadinhos é hora de retirar do forno, deixar arrefecer e comer! São bons quentes ou frios!

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Bom apetite!